domingo, 27 de junho de 2010

Relações Públicas na Hotelaria

Bom, após um longo tempo sem postar, venho atualizar o blog escrevendo sobre um assunto que há muito tempo estou querendo abordar.
Nada melhor para um profissional de Relações Públicas que ver o reconhecimento de publicitários sobre méritos, funções e atividades que são de competência do RELAÇÕES PÚBLICAS.
Por isso, após um semestre estudando 300 minutos semanais de RP, venho me colocar em defesa desse setor que ainda não obtém o valor e o conhecimento de suas atividades por parte dos empresários e do público em geral.

Antes de mais nada, muitos de vocês ao procurarem saber o que é Relações Públicas devem encontrar respostas teóricas como "Função responsável por cuidar dos relacionamentos e interesses da empresa com seus stakeholders (partes afetadas por uma empresa ou organização, isto é, os públicos com quem ela se comunica)".

Tá... mais o que isso significa? Que a pessoa estuda 4 ou 5 anos para adquirir um diploma e bater-papo com os stakeholders?

Também, mas, o que quase ninguém sabe/reconhece é que os profissionais de Relações Públicas são os capacitados para Gerenciar Crises, Definir estratégicamente políticas de patrocínios que irão gerar credibilidade e publicidade para a empresa, Planejar ações de Responsabilidade Social, Organizar eventos, Praticar Assessoria de Imprensa de acordo com os interesses da empresa, Realizar Auditoria de Imagem e traçar objetivos e ações para o fortalecimento da marca/empresa, Gerenciar o ambiente interno seja criando manuais de crises ou script de atendimento dos funcionários e como já dito anteriormente, gerar um bom relacionamento com acionistas, clientes, parceiros, imprensa, fornecedores entre outros stakeholders.
Essas são apenas algumas das atividades que sem dúvidas, um bom profissional de Relações Públicas está apto a desempenhar.

Com isso, não é necessário refletir muito para ver o quão importante a função do RP é para o meio hoteleiro, visto que, hotéis mais do que a maioria das empresas devem ser fontes de informação e acontecimentos para a imprensa transmitindo estratégicamente não só o que o hotel quer, mas sim o que o cliente quer ler, claro sem se esquecer de discretamente gerar sua publicidade, precisam estar cientes do que acontecerá na cidade com antecedência, possuir bons parceiros que saibam "vender" o hotel desde taxistas à restaurantes, manter um bom relacionamento com a comunidade para que possa ser indicado pelo maior número de pessoas possível, investir em patrocínios que estejam relacionados às suas metas e sua missão e é claro, gerar negócios através de ações voltadas ao relacionamento de clientes B2B que sem dúvidas são responsáveis por uma importante parcela do faturamento da empresa.

Concluo dizendo que mesmo me rotulando publicitário, acredito que os Relações Públicas são sem dúvidas "a bola da vez" não só porque desempenham estas funções e também fazem gerar PUBLICIDADE para as empresas (Publicidade: mídia espontânea, gratuita), mas também por reconhecer um certo "descrédito" de propagandas (propaganda: paga pelo anunciante) que afinal de contas são mensagens ditas pela própria empresa. Quero dizer: Você chegará em uma cidade e acreditará mais no comercial da TV falando bem de um hotel ou naquele que lhe for melhor indicado pelas pessoas, que estará nos jornais sediando eventos como também nas revistas sociais recebendo celebridades e patrocinando grandes acontecimentos?

Recomendo também que leiam no site da Hôtelier News uma matéria feita sobre Assessoria de Imprensa na hotelaria: Comunicação na hotelaria: os profissionais de assessoria falam

terça-feira, 16 de março de 2010

Vendas pela internet movimentam R$ 10,6 bi em 2009 e crescem 30%

Os balanços de 2009 começam a aparecer, depois de saber o quanto movimentou o MERCADO DIGITAL em 2009, veremos quanto as empresas andaram vendendo pela internet.

TATIANA RESENDE
da Folha Online

As compras feitas pela internet no ano passado totalizaram R$ 10,6 bilhões, com alta de 30% no confronto com o mesmo período em 2008, de acordo com pesquisa da e-bit, consultoria de comércio eletrônico.

Os números divulgados nesta terça-feira não consideram as vendas de veículos, passagens aéreas e leilões virtuais. Cerca de 17,6 milhões de consumidores brasileiros já haviam feito pelo menos uma compra pela internet ao final de 2009, segundo o levantamento, com crescimento de 33%. O número representa 26% dos internautas no Brasil, o que mostra, segundo a consultoria, que ainda há muito espaço para crescer.

Entre os motivos do aumento no faturamento está a entrada das Casas Bahia, em fevereiro de 2009, no mundo virtual. Com a chegada do varejista francês Carrefour no comércio eletrônico neste mês, todas as grandes redes presentes do país agora oferecem aos clientes a possibilidade de compras pelo mundo virtual.

Livros, revistas e jornais lideram as vendas virtuais, seguidos de saúde, beleza e medicamentos.

Com a redução de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para a linha branca, os eletrodomésticos garantiram a terceira posição no ranking, logo à frente de itens de informática e eletrônicos.

No ano passado, 79% das entregas foram feitas dentro do prazo, com destaque negativo para o Nordeste (73%). O índice de atrasos foi maior na região, de acordo com a e-bit, pelo fato de a maioria dos centros de distribuição das lojas virtuais se concentrar no Sudeste.

Para 2010, a previsão é movimentar R$ 13,6 bilhões, repetindo o ritmo de expansão de 30% superior ao registrado no ano anterior. Ao final do 1º semestre, a projeção da e-bit é que 19,8 milhões de pessoas tenham adquirido pelo menos um produto pela internet e, para dezembro, a previsão é que o número chegue a 23 milhões.

sábado, 6 de março de 2010

Notícias da minha cidade...

*Artigo publicado no Jornal DIÁRIO DE ARAGUARI em 03 de março de 2010



Você está preparado para receber milhares de visitantes?

Estamos nos aproximando de uma data muito importante para a nossa cidade, e que precisa sempre de toda atenção e participação dos araguarinos.
Nos dias 24, 25 e 26 de março, a cidade será novamente sede do maior evento da cafeicultura irrigada da América Latina e o foco das atenções de inúmeras empresas e mídias do ramo da cafeicultura estarão voltados para nossa cidade.
Sou publicitário e trabalhando na comunicação do evento, tive a oportunidade de participar da criação e planejamento de algumas campanhas da Fenicafé e por isso, pude conhecer bem de perto os desafios e esforços para que esse grande evento continue sendo um sucesso e sempre sendo realizado em nossa cidade.
Hoje, como hoteleiro, vejo mais de perto um lado muito importante que a ACA - Associação dos Cafeicultores de Araguari- sempre se preocupou e tentou trabalhar em prol de seu crescimento, porém, não é uma tarefa fácil e muito menos que irá se resolver a curto prazo, trata-se das opções de entretenimento, das viabilizações das prestadoras de serviços para os participantes das feiras, da cooperação do cidadão araguarino em ser ainda mais acolhedor com esse público.
Acho importante destacar algumas informações encontradas no site da feira: “Na FENICAFÉ 2009 houve um público estimado na ordem 17.000 pessoas ao longo de todo o evento, representando 150 cidades de 12 estados Brasileiros. No salão Nobre de Palestras houve 700 expectadores, em média, por palestra proferida. Os negócios realizados no recinto da Feira totalizaram o montante de R$ 28 Milhões, podendo este número ser superior com o avanço das negociações, pois, inúmeros contactos foram estabelecidos.”
Penso eu, que dados como estes deveriam ser do conhecimento geral de todo cidadão araguarino e um orgulho para Araguari, porém, como prestador de serviço da cidade não posso esconder problemas, falhas e até mesmo oportunidades para esta área.
Falando um pouco sobre o setor da hotelaria, sabemos que Araguari é uma cidade com aproximadamente 400 UHs - Unidades Habitacionais - e o evento recebe milhares de pessoas de todo o país, ou seja, a cidade não consegue hospedar todos os participantes e centenas deles acabam se hospedando em Uberlândia. Por isso, nós hoteleiros, temos que, de alguma maneira, “compensar” essa carência em relação ao número de UHs com serviços de muita qualidade e principalmente bom atendimento para que os participantes sintam vontade de que o evento continue sempre sendo realizado em nossa cidade e criando assim uma fidelização com aquele cliente.
Para isso, precisamos cada vez mais nos aperfeiçoar, oferecer serviços diferenciados, capacitar funcionários e acima de tudo, somar nossas forças com a Associação dos Cafeicultores ao invés de preocuparmos somente com o lucro desta época, pois, se começarmos a enxergar somente o nosso lado e não cooperarmos para que o evento cresça e atraia cada vez mais pessoas para a cidade, estaremos a cada ano correndo o risco de que alguma outra força faça com que o mesmo não seja realizado aqui.
Nos anos anteriores também foi detectada outra carência de nossa cidade pelos participantes, muitos reclamaram do restrito número de bares e restaurantes na cidade, que acabavam superlotando e assim não conseguiam atender a todos em um tempo ideal.
Esse foi um dos fatores que fez diversas empresas participantes realizarem eventos particulares na época do evento servindo jantar para seus funcionários.
Porém, este ano possuímos mais opções em bares e restaurantes de qualidade em nossa cidade, faltando ainda oferecer entretenimento cultural como teatros, shows, cinemas e afins. Todos estes setores também deveriam se preparar para atender aos participantes com uma qualificação profissional adequada, sendo esta a maior deficiência de Araguari.
Espero que bares e restaurantes programem para um bom atendimento e satisfação dos nossos visitantes, happy-hours com um bom chopp gelado, música ao vivo, parcerias com taxistas para facilitar o transporte, quantidade ideal de funcionários para atendê-los, enfim, que se programem para esta data como uma data que requer total atenção por parte dos mesmos, assim, somando valores não só para o estabelecimento como também para a cidade.
Para finalizar, gostaria de esclarecer que quando falo de carência da cidade, é devido a proporção da feira que hoje é sem dúvidas o principal evento sediado pela nossa cidade e ele só acontece na nossa querida Araguari graças a competência e esforço da nossa Associação dos Cafeicultores.
E penso também, que essa carência só existe não pelo tamanho da cidade, mas sim, por falta de outros eventos como este, pois, com certeza se tivéssemos em Araguari mais associações que trouxessem eventos para a cidade, mesmo não tão expressivos quanto à Fenicafé, teríamos espaço para mais hotéis assim como para bares e restaurantes, fazendo assim com que participantes dos eventos trouxessem famílias (pois, esse desejo já foi expresso por eles em outras oportunidades, porém alguns ainda insistem em não trazer justamente pela falta de entretenimento) que certamente movimentaria mais a nossa cidade e nosso comércio, circulando cada vez mais dinheiro e fazendo com que nossa cidade cresça a nível cultural e econômico.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Mercado digital movimenta 2 bilhões de reais no País

O mercado digital brasileiro movimentou mais de dois bilhões de reais em 2009. O cálculo é de Pedro Cabral, presidente do IAB Brasil, a entidade que representa as empresas de internet.

Para chegar a esse valor, Cabral levou em consideração a projeção de faturamento publicitário medido pelo Projeto Inter-Meios (um pouco menos de um bilhão de reais), o provável faturamento obtido pelo segmento de buscas, como links patrocinados, (300 milhões de reais) e os serviços de produção prestados pelas agências digitais (700 milhões de reais).

Ao fazer a estimativa, Cabral quer demonstrar que o mercado digital tem uma musculatura maior do aquela que é conhecida – o faturamento publicitário medido pelo Projeto Inter-Meios. Segundo projeção de Cabral, com base nos números do Inter-Meios, apenas o faturamento publicitário da internet deve fechar 2009 com crescimento de 24%, alcançando um faturamento de 940 milhões de reais.

Os dados consolidados do mercado de internet de 2009 ainda não estão prontos, mas, até novembro, o crescimento publicitário do setor foi de quase 24%. Qual sua avaliação sobre esses dados preliminares?

Em 2009 o mercado sentiu o reflexo da crise financeira internacional iniciada no último trimestre de 2008. O final de 2009, no entanto, se encerrou com uma luz de recuperação.

Se observarmos o mercado publicitário como um todo, de janeiro a novembro de 2009, o crescimento foi de 2%. Descontada a inflação, o resultado é negativo. Em dezembro houve uma melhora, mas o crescimento vai ser pequeno.

Já o setor de internet registrou, de janeiro a novembro de 2009, uma expansão de 24%, ante 2% do mercado publicitário geral. Vê-se que o crescimento da internet é bem maior. É o único meio que teve uma expansão acentuada. Foi menor que os 30% projetados inicialmente pelo IAB, mas essa projeção havia sido feita no começo da crise, quando não se sabia o impacto do problema. Mesmo assim a internet cresceu a taxas aceleradas.

Existe algum tipo de produto ou serviço que se destaque como forma de receita no setor?

Vemos ano a ano o aumento da receita de search media (mídia de busca, como link patrocinado). Temos uma estimativa de quanto movimenta esse segmento específico, que envolve serviços de empresas como Google, Buscapé, Mercado Livre. Ele fatura cerca de um terço do que movimenta a publicidade (veiculação), capturada pelo Inter-Meios.

Somando-se esse setor com o quase um bilhão de reais projetado para a internet em 2009 pelo Projeto Inter-Meios, temos aí um faturamento de 1,3 bilhão de reais. Parte desse valor referente à busca já está computado pelo Inter-Meios, pois se refere à parte que os portais recebem do Google por um sistema de receita compartilhada. Mas é pouco. Cerca de 90% vão direto para o Google (e não aparecem nos dados do Inter-Meios, que mede somente a verba de veiculação de mídia).

Mas além dessas receitas há uma outra muito importante. Estou me referindo à verba de produção, o mercado de serviços realizados pelas agências. Adicionando mais esse segmento na estimativa do setor de busca e do faturamento publicitário, pode-se dizer que o mercado digital brasileiro em 2009 movimentou mais de 2 bilhões de reais.

Sua estimativa então é de que o mercado de serviços, sozinho, represente cerca de 700 milhões de reais?

Passa de 700 milhões de reais. E esses 2 bilhões não computam o que é investido em internet nas empresas (em infraestrutura, projetos etc). Refere-se apenas ao mercado de serviços prestados pelas agências e a verba de mídia, incluindo busca.

Um das queixas antigas das empresas de web é de que, em virtude da penetração que a internet já alcançou no Brasil, o setor deveria receber um investimento publicitário muito maior, o que elevaria sua participação no bolo publicitário para um nível superior aos 4,2% atuais. O que impede um aumento significativo nas verbas na internet? O entrave principal seria o modelo de remuneração do mercado publicitário brasileiro, pelo qual a remuneração obtida com a veiculação em mídia de massa é muito maior que a da internet?

É uma questão de cultura e de “trade”. O segmento publicitário é comandado pela TV e mídia impressa (jornais e revistas). Juntos, esses meios são responsáveis por boa parte do faturamento publicitário no Brasil. Eles têm capacidade de concentração, existe o Conselho Executivo das Normas-Padrão (CENP) para regulamentar o assunto. É um modelo muito competente, mas conservador, que tem resistências a novos entrantes. Todo o “trade” se protege. Os meios digitais também precisam ser competentes nesse sentido; isso é cultura, leva tempo. Esse é um trabalho que deve ser levado pelo IAB.

O que a entidade tem feito nesse sentido?

Temos reunido informações para o mercado. Há cerca de 70 milhões de usuários de internet no Brasil, há uma crescente participação da classe C no meio. A internet está se popularizando. O MSN, por exemplo, tem 30 milhões de usuários, a home do UOL tem mais audiência que várias revistas ou jornais – refiro-me ao conteúdo de notícias. Uma diária no YouTube provavelmente é maior do que 90% da audiência de muitos programas de TV. São veículos de internet de massa.

Com a rede, é possível, portanto, programar uma mídia segmentada e também de massa. Isso sem falar na possibilidade da “mídia própria”, que são os sites das empresas. Os sites de bancos, por exemplo, recebem milhões de acessos diariamente.

Como as redes sociais se inserem nesse contexto?

Sim, há também a mídia referendada, que é a das redes sociais. Só para dar uma ideia, a AgênciaClick fez o vídeo Redes Sociais.br. Em uma semana, tivemos mais de 30 mil views no YouTube. Não fizemos anúncio disso, apenas divulgação nas redes sociais.

O grande desafio das agências digitais é como mensurar essa audiência e, assim, ter um argumento para gerar receita com as redes sociais, não?

Sim. Existem algumas ferramentas para mensurar as redes sociais e, a partir daí, criar modelos de avaliação. O importante a dizer é que esse trabalho para gerar movimentação nas redes sociais não é “mídia de graça” – é fruto de planejamento, são ações preparadas pelas agências.



Fonte: IDG Now!

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Petrobras e Fiat usam blogs como ferramenta de Marketing

Empresas investem em blogs para estreitar o relacionamento com clientes e aumentar empatia

Por Thiago Terra, do Mundo do Marketing | 08/02/2010
thiago@mundodomarketing.com.br

O Marketing digital é uma ferramenta que se faz necessária para todas as empresas que buscam interagir com seus consumidores. A Fiat é uma das empresas que vêm investindo neste nicho nos últimos 10 anos e o resultado começa a aparecer. Com cada vez mais internautas citando as marcas em redes sociais ou blogs, surge um canal de relacionamento em que a troca de informações entre empresa e cliente parece não ter fim.

Além de estreitar o relacionamento, a Petrobras reconhece que a web é uma forma de gerar empatia quando a empresa atravessa um período de questionamentos, como a recente discussão sobre o pré-sal. Naquele momento a Petrobras lançou um blog em que os internautas puderam alimentá-lo com informações diversas, positivas ou negativas, desde que pertinentes.

O desafio encontrado pela Fiat foi aplicar o Marketing digital em uma indústria engessada como é a automotiva. Após uma década de implementação da ferramenta, a empresa colhe os frutos de blogs para os modelos Linea e Mio. Sucesso com os internautas, a ferramenta oferece a possibilidade de montar o veículo, sugerir itens, além de entrevistas com funcionários envolvidos na produção.


Blogs construtivos
Um filme produzido para a estratégia de Marketing on-line da Fiat, para o modelo Mio, fez tanto sucesso que foi levado para a TV a cabo. Isto mostra a força da internet e a aceitação e o dinamismo que a web possui para impactar os consumidores. Tanto é que não são poucos os blogs e comunidades criadas pelos internautas. “Algumas marcas se aproveitam disso, como a Starbucks, que recebe ideias pelo site”, diz Ana Luisa Brant Mendes, Gerente de Internet da Fiat, citando o caso em que a rede de café premium recebeu a sugestão de um consumidor para criar o gelo feito de café.

O Marketing digital dá uma abertura que é própria de sua natureza. Por isso, é recomendável cuidado na hora de pisar neste mundo. Pensando assim, a Fiat esperou o momento certo para criar este canal para tentar mudar a forma de chegar aos seus clientes. “Eles não são mais target e sim o meio. Cabe a empresa participar desses diálogos”, explica Ana durante o III Fórum Internacional ABA Petrobras de Comunicação Digital.

Para tangibilizar o diálogo com os futuros proprietários do Fiat Linea, a comunicação digital foi pensada e lançada antes do carro a fim de dar liberdade para os internautas. Além disso, esta foi uma maneira que a Fiat encontrou para minimizar as diferenças de mercado de um veículo que vinha de um país diferente do Brasil. “Não podemos simplesmente trazer um produto para o Brasil. Existe a ‘tropicalização’ de todos os modelos que vêm de outros países”, conta a gerente de internet da Fiat.

Lançamento digital e monitoramento
Além de depoimentos de colaboradores, o blog do Linea apresentou um vídeo do presidente no lançamento que, segundo Ana, foi o terceiro mais visto no YouTube na ocasião. Após uma pesquisa com os primeiros compradores do veículo, a Fiat percebeu que 8% deles souberam do carro pelo blog. “Este resultado nos inspirou a ir mais longe e ousar mais. Por isso, para o novo Linea, estamos pedindo para que os internautas nos enviem imagens sobre o carro do futuro”, ressalta a executiva.

A estratégia para este modelo é fazer com que as pessoas brinquem de criar um carro do futuro, passando por cinco etapas: nosso futuro, pergunta-chave, ideias para o carro, briefing, projetando o carro do futuro, organização de ideias. O projeto da Fiat para este ano é oferecer ao internauta a opção de escolher o nome do carro e até como será a campanha digital. “O blog do Mio já tem mais de 1 milhão de visitas desde agosto de 2009 e reunimos mais de 8 mil ideias para o carro”, afirma Ana.

A experiência adquirida pela Petrobras ao abrir um canal para conversar com os brasileiros surpreendeu a empresa positivamente. Tanto é que a companhia já realizou a ação on-line “Se a Petrobras fosse um filme, como seria o trailler?” e hoje a empresa monitora vídeos postados na internet. Além disso, com uma reformulação no site, a petrolífera nacional passa a contar uma história de forma mais próxima.



Negativo ou positivo?

O investimento na internet é baseado também em parcerias e projetos patrocinados pela estatal. “Contamos a história da empresa de forma gostosa, lúdica, com infográficos, através de personagens importantes para a Petrobras, como o Projeto Tamar e o Nós No Morro”, aponta Leonardo Sá, coordenador de comunicação digital de multimeios da Petrobras.

Lançado em meio à polêmica do pré-sal, o blog foi importante para mostrar que a companhia não fugiria da questão mesmo em um momento de crise. "Tivemos uma repercussão fantástica com opiniões contra e a favor. Foram mais de 1 milhão de acessos sem apoio de mídia. Foi uma iniciativa de extrema coragem. Temos muitas histórias para contar, mas devemos criar algo mais lúdico nelas”, opina Leonardo Sá, da Petrobras.

Segundo Leonardo Sá, ao lançar o blog na internet, a Petrobras sabia que poderia ter criado um canal digital contra a imagem da empresa. A comunicação digital está se aperfeiçoando e mudando rapidamente. “Nossa preocupação é olhar para onde ela pode nos levar e trabalhar da melhor forma possível. No blog, as questões mais polêmicas levantadas pelos usuários têm uma atenção maior”, completa.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Turismo no Brasil e Copa de 2014

Bom pessoal, após falar sobre o crescimento do marketing digital, é hora de falar sobre o Turismo.
Já faz tempo que, lendo artigos na internet ou analisando os dados fornecidos pela própria Embratur, percebemos que o número do turismo receptivo no Brasil é cada vez maior, porém além do turismo receptivo, também cresce o turismo interno.
Segundo a Vox Populi em pesquisas realizadas no ano de 2009, o número de turistas brasileiros que viajaram pelo país aumentou mais de 83% e isso nos mostra que nós como profissionais da área de marketing e do turismo não podemos deixar de analisar estas estatísticas, por isso coloco a disposição, no blog, os anuários estatísticos da embratur dos últimos 5 anos:

• Anuário Estatístico 2009
• Anuário Estatístico 2008
• Anuário Estatístico 2007
• Anuário Estatístico 2006
• Anuário Estatístico 2005

Sabendo que o turismo receptivo no Brasil está em constante crescimento, o que esperarmos da Copa do Mundo de 2014 ?

Segundo pesquisas feitas para a Copa 2014 e consideradas no Plano Aquarela, de Marketing Turístico Internacional do Brasil, estima-se em 500 mil o número de turistas internacionais que vão desembarcar para assistir ao evento. É uma quantidade importante, porém o mais essencial é reconhecer que o Brasil vai ser notícia de grande interesse para mais de 2 bilhões de pessoas ao redor do mundo.

Esse número para o MERCADO do turismo no Brasil se torna ainda maior ao pensarmos que, com toda certeza, o turismo interno também irá aumentar com milhares de brasileiros que se deslocarão de suas cidades e estados para presenciar de perto a Copa do Mundo.

Muitos podem estar questionando se isso irá se refletir somente nas cidades sedes e é aí que nos enganamos, pois hotéis, restaurantes e diversos prestadores de serviços de certa forma ainda não pararam para pensar que com o deslocamento de turistas estrangeiros e principalmente brasileiros de um estado para o outro, eles dependerão de hospedagens em cidades localizadas no caminho para as cidades sedes, a grande demanda de hóspedes para as cidades sedes, com certeza em algumas delas será bem maior que a oferta, fazendo assim com que cidades próximas se beneficiem disso.
Também teremos as cidades sub-sedes que receberão as equipes, a imprensa e diversos outros profissionais e estas cidades também atrairão diversos turistas para elas.

Já para nós "marketeiros" da área do turismo, sem dúvidas é uma imensa oportunidade de trabalho e uma época de utilizar a mídia e essa grande vitrine para o mundo, para atrairmos negócios para nossos clientes.

Confira também um artigo feito com Josep Chias que é doutor em Ciências de Gestão, master em Administração e uma das principais referências mundiais em marketing turístico e público: Clique aqui!

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Ibis oferece viagens à Paris para comemorar 50º Hotel

Promoção é feita em parceria com o Núcleo de Turismo da Editora Abril


Para marcar o lançamento de seu 50º hotel em território brasileiro - recentemente inaugurado na cidade de Florianópolis - a rede Ibis planeja uma ação especial em parceria com a Editora Abril.

Com o nome de "50 Hotéis te levam a Paris", a promoção irá sortear cinco viagens de sete dias, com acompanhante, para a capital francesa. Para incentivar os clientes a participarem, a rede firmou uma parceria com o núcleo de turismo da Editora Abril e elaborou uma promoção interativa.

Para participar, os participantes devem criar uma frase comemorativa para a inauguração da unidade do Ibis em Florianópolis, que é o 50º hotel que a rede instala no País. Após a criação, a frase deverá ser depositada em uma urna, que estará escondida em alguns dos hotéis da rede. A localização exata da urna deverá ser descoberta, por meio de pistas, dentro de um jogo virtual que a rede criou em seu site - clique aqui para acessar.

As urnas serão fechadas no dia 25 de fevereiro e a comissão de julgamento irá selecionar os cinco vencedores de acordo com a criatividade e com a adequação do texto á proposta da ação. Os nomes dos premiados serão divulgados na primeira semana de março.

Fonte: mmonline.com.br

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Uma realidade chamada Marketing Digital.


Tradução: "Tirar informação da internet é como tomar um drink em um hidrante!"

Acho redundância dizer hoje o quão presente a tecnologia e a internet estão em nossas vidas, porém, citar essa “dependência” tecnológica é necessário para ressaltarmos a tendência do marketing digital principalmente para o setor do turismo.
Sabemos que hoje mais de 95% dos usuários realizam pesquisas no Google e que sem dúvidas a internet é um dos maiores e mais importantes meios de comunicação, percebemos que qualquer tipo de informação seja ela para lazer, negócios, acadêmicos entre outras é encontrada com facilidade através dos sistemas de busca.

Por isso, acredito que um dos mais eficazes e promissores caminhos do marketing é o marketing digital, e essa eficácia torna-se maior ainda ao falarmos sobre turismo e hotelaria.

Hoje em dia, agências de turismo por todo país estão tendo que investir cada vez mais em pacotes diferenciados ou segmentar cada vez mais os seus serviços, várias agências que não enxergaram essa tendência já fecharam as portas e acredito que muitas ainda irão seguir o mesmo caminho porque a grande facilidade da internet para que o próprio usuário realize consultas de tarifas em hotéis, vôos, pacotes de passeios, entre outros serviços que antes eram feitos pelas agências de turismo fez com que o trabalho das agências fossem realizados pelo próprio internauta, as vezes até com descontos ainda maiores.

Com esse grande número de pessoas buscando na internet informações sobre lugares, hotéis e passeios, nada mais lógico do que utilizar esse meio como uma das principais estratégias de marketing pois, através dela podemos segmentar com eficiência através de estratégias de SEO e SEM os nossos anúncios, atingindo o nosso target por um baixo custo.

Mas o que é SEO e SEM ?

• O significado de SEO é Search Engine Optimization.
Em português ele pode ser interpretado como Otimização de Sites para Buscadores.
O SEO nada mais é do que a otimização de uma página (ou até do site inteiro) para ser melhor compreendido pelas ferramentas de busca. A conseqüência da utilização das técnicas de SEO é o melhor posicionamento de um site em uma página de resultados de uma busca podendo ser esse site otimizado para aparecer nas primeiras posições de acordo com as palavras-chaves que você deseja que seu site seja encontrado.

• SEM, ou Search Engine Marketing é um conjunto de técnicas de Marketing na Internet, que tem por objetivo a promoção de um website, produto ou serviço.
Pode se compreender como SEM as estratégias de SEO bem como o sistema de links patrocinados que é um sistema dos buscadores aonde a empresa ou usuário anuncia em destaque o seu site, produto ou serviço e paga por clique recebido.

Certa vez, vi uma comparação entre dois meios de divulgação, o outdoor e a internet, com um orçamento próximo ao custo de 1 placa é possível elaborar estratégias de SEM que irão atingir não somente pessoas de uma determinada região que passam por um determinado local como o outdoor, mas sim milhões de pessoas que sejam realmente interessadas no seu produto ou serviço.

Por causa desses fatores que acredito que o marketing digital é sem dúvidas uma realidade já eficaz e que ainda tem muito a ser explorado, principalmente para empresas no segmento da hotelaria e do turismo.

Por Caio Monteiro.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Hotelaria e Marketing Digital, na contramão da crise mundial?



Pode parecer estranho, mais em meio a tão falada crise mundial, acredito que surgiram grandes oportunidades para o setor da hotelaria nacional e para o marketing digital.

Isso porque em meio a variação do câmbio devido ao reflexo da crise, entre outros fatores provocados por ela, pudemos observar um ganho para o turismo brasileiro, pois tudo isso favorece o número de estrangeiros vindos para o Brasil e desfavorece o turismo internacional por parte dos brasileiros, assim aumentando as viagens dentro do país.

Em meio a este cenário onde o temor da chegada da crise e essa visão de aumento do turismo nacional, os investimentos em marketing ficam cada vez mais direcionados para o marketing digital, pois empresários e profissionais de marketing hoteleiro perceberam que através do marketing digital é possível investir menos e obter resultados mais eficazes, assim percebemos que mesmo com as reduções nos orçamentos das empresas, o marketing digital seguiu o caminho oposto, tornando-se a principal mídia e assim aumentando cada vez mais os investimentos no mesmo.

A grande ameaça que a crise representa para o mercado também pode ser vista como uma grande oportunidade para o marketing digital, pois com ele é possível mensurar melhor os resultados, utilizar estratégias de SEO(Search Engine Optimization) para se destacar mais do que seu concorrente e atingir com maior precisão seu target sem necessitar de grandes investimentos.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Marketing de relacionamento


Um pouco de informação para quem acha que twitter serve somente para dizer que está indo dormir, comer, etc...

O boom das redes sociais deixou claro que as empresas devem se relacionar com os seus consumidores e pra isso precisam estar presentes nesses canais. Hoje se torna cada vez mais comum, encontrar empresas em espaços virtuais como blogs e sites de relacionamento como o Orkut, Facebook, e Twitter, fenômeno virtual do momento. Mas até que ponto compensa investir em mídia social?
Essas mídias com certeza são meios para relacionamentos, pesquisas, promoções e tudo que se possa imaginar em termos de estratégia de Marketing. Hoje, não existe internauta que compre um produto sem antes fazer uma pesquisa no Google ou em fóruns e comunidades relacionadas à marca ou à categoria de interesse. São também as redes sociais que esses consumidores procuram quando desejam reclamar. E acredite: as críticas negativas às marcas ou aos produtos podem repercutir muito mais do que você pensa.

Cases e mais cases...

A Wine, site de e-commerce de vinho. Estando mais próxima do seu consumidor por ser uma loja on-line, a empresa conseguiu conhecer o seu público e criar mecanismos para se aproximar ainda mais dele. Para se relacionar com os internautas, a Wine criou um Twitter que recebe dicas sobre o universo do vinho.
A empresa também aposta em promoções exclusivas para o microblog para ampliar o relacionamento com os usuários. No começo do mês, a Wine lançou a ação “Você é o sommelier”. Quem desse mais “retwitts” – ação de encaminhar conteúdos postados adicionando “RT” antes do texto – ganharia um prêmio. A iniciativa buscou motivar a divulgação das informações postadas pela Wine.
Além do Twitter, a loja virtual também monitora e tem ações específicas para o Orkut e o Facebook, como cupons de descontos. A empresa ainda está concluindo o blog oficial da marca, que pretende seguir o mesmo conceito do perfil no Twitter e divulgar dicas para os apreciadores da bebida. Outra ação recente da Wine uniu o on-line ao off-line. A empresa realizou o “Blog com Vinho”, um evento com as principais blogueiras sobre o assunto para se aproximar do público e entender o comportamento dessas consumidoras.
O encontro resultou uma pesquisa com informações sobre como a mulher compra vinho, quais os principais fatores no processo de escolha, em que ocasião elas consomem, quantas vezes por semana, qual a faixa de preço, entre outros.

Outra marca que se uniu aos blogueiros foi a Puma. A empresa realizou uma ação em parceria com 100 donos de blogs para promover o produto Puma Lift.
Cada blog parceiro direcionava os internautas para um concurso cultural que incentivava os consumidores a responderem a pergunta “O que é ser leve para você?”. Os autores das melhores respostas ganhavam o prêmio, assim como os blogueiros da página visitada. A ação contou ainda com divulgação em perfis do Orkut, Twitter e Facebook.
“A intenção era que os blogueiros também divulgassem a marca porque acreditam no produto. Tudo o que a gente faz em redes sociais tem que ser pertinente”, comenta Araken Leão, Vice-Presidente Digital da CasaNova Comunicação, agência responsável pela ação da Puma, em entrevista ao Mundo do Marketing. Segundo Leão, há espaço para todos nas redes sociais. “As marcas podem trabalhar desde o esclarecimento de produto até o monitoramento dos consumidores, que antecipa as tendências”.
Quando se conhece o consumidor e o terreno em que está pisando, é possível, também, aumentar as vendas pela internet, como fez a Pizza Hut do Rio Grande do Sul. Além de postar informações sobre a rede, a marca interage para fidelizar os internautas. Aqueles que têm maior presença nos canais em que a Pizza Hut está presente têm acesso a promoções relâmpagos e vantagens especiais.
Outra empresa que utiliza as redes sociais para incentivar as vendas é o Ingresso Rápido. O site está investindo nos canais para comunicar a abertura de venda de ingressos para espetáculos e eventos e a ampliação de temporadas com apresentações extras. Não só uma excelente base de dados sobre consumidores, as comunidades virtuais também se apresentam como ferramenta para divulgação e prestação de serviços.

Com cerca de 24 mil seguidores, a loja on-line Submarino lidera entre os microblogs nacionais que vendem produtos, de acordo com a contabilidade do Twitter Counter.

A ESPN Brasil também se destaca no twitter com promoções culturais, informações de última hora e também com a participação de diversos jornalistas da emissora em seus microblogs pessoais.

No Brasil, existem 46,7 milhões de internautas, segundo dados do Ibope Nielsen Online de agosto deste ano. Os números são suficientes para mostrar que o alcance da web ultrapassa qualquer meio de comunicação de massa tradicional. Em 2008, foram vendidos mais computadores do que TVs no país e os dados da pesquisa indicam que os brasileiros passam três vezes mais tempo on-line do que vendo televisão. Este cenário tende a se expandir: a média de crescimento da internet por aqui é de 22% ao ano.
Hoje, a rede já atinge aproximadamente 40% da população, enquanto os meios tradicionais apresentam crescimento moderado ou declínio. Focando apenas os homens AB, de 10 a 24 anos, este número sobe para 85%. A influência que a internet exerce sobre os consumidores é inegável. Mas não se pode negar também a influência que estes consumidores têm sobre a internet. E se eles estão em algum lugar, este lugar são as redes sociais e é para lá que as marcas devem voltar o olhar.

Algumas informações retiradas do MundodoMarketing

domingo, 24 de janeiro de 2010

Hotéis dos EUA usam videogame portátil para treinar funcionários



Pode esquecer aqueles tediosos vídeos de treinamento de sua empresa. Uma importante cadeia de hotelaria dos Estados Unidos formou uma parceria com uma produtora de videogames para criar um jogo que melhora o desempenho de seus funcionários no emprego.

Muitas empresas utilizam videogames sérios projetados para computadores pessoais, mas a Hilton Garden Inn (HGI) decidiu adotar uma forma portátil do conceito de treinamento virtual, pela primeira vez, com o jogo "Ultimate team play".

Trabalhando com a Virtual Heroes, uma produtora de videogames da Carolina da Norte, a HGI criou o jogo para o PlayStationPortable (PSP), da Sony, que permite aos funcionários treinar para seus cargos antes que eles comecem a interagir com os clientes.
"Ultimate team play" oferece cenários de tempo controlado que se concentram em temas como serviços de quarto, alimentos e bebidas, engenharia, manutenção e recepção. A cadeia de hotéis enviou 500 PSPs equipados com o jogo a todas as suas unidades.


Treinando com hóspedes

"Ao jogar um videogame, em lugar de assistir a um vídeo ou ler um livro, temos a oportunidade de repetir a mesma mensagem sem 'perder' os participantes", diz David Kervella, gerente sênior de educação de marca na Hilton Hotels Corporation.

"Os jogadores estão aprendendo a realizar suas tarefas sem cometer erros junto aos hóspedes reais", acrescentou.

Kervella disse que a Virtual Heroes criou o jogo para permitir fácil adaptação a qualquer das 11 marcas da rede Hilton. Se o teste com a HGI for bem sucedido, os PSPs serão distribuídos também às marcas mais tradicionais da rede no futuro.

"Concebemos o jogo, que leva cinco horas para ser concluído, tendo por foco a interação com os hóspedes, e todas as ações influenciarão o humor do hóspede e com ele os níveis de satisfação e lealdade do hotel", disse Jerry Heneghan, presidente-executivo da Virtual Heroes.

O Apply Group, uma conhecida consultoria de marketing de videogames, disse que até 2012, até 135 das principais empresas mundiais terão adotado videogames para aprendizado, com os Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha na liderança.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Games/0,,MUL1087813-9666,00.html

Confesso que estou muito curioso para conhecer o game, pois não sei se acredito que o jogo seja capaz de reproduzir vontades e reações dos hóspedes, creio que ajude muito quanto a formalidade e abordagem dos hóspedes porém acho que não acrescentaria muito em coisas importantes como o "tino" e a pró-atividade do funcionário e a capacidade de percepção quanto a satisfação e necessidades dos hóspedes.