quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Mercado digital movimenta 2 bilhões de reais no País

O mercado digital brasileiro movimentou mais de dois bilhões de reais em 2009. O cálculo é de Pedro Cabral, presidente do IAB Brasil, a entidade que representa as empresas de internet.

Para chegar a esse valor, Cabral levou em consideração a projeção de faturamento publicitário medido pelo Projeto Inter-Meios (um pouco menos de um bilhão de reais), o provável faturamento obtido pelo segmento de buscas, como links patrocinados, (300 milhões de reais) e os serviços de produção prestados pelas agências digitais (700 milhões de reais).

Ao fazer a estimativa, Cabral quer demonstrar que o mercado digital tem uma musculatura maior do aquela que é conhecida – o faturamento publicitário medido pelo Projeto Inter-Meios. Segundo projeção de Cabral, com base nos números do Inter-Meios, apenas o faturamento publicitário da internet deve fechar 2009 com crescimento de 24%, alcançando um faturamento de 940 milhões de reais.

Os dados consolidados do mercado de internet de 2009 ainda não estão prontos, mas, até novembro, o crescimento publicitário do setor foi de quase 24%. Qual sua avaliação sobre esses dados preliminares?

Em 2009 o mercado sentiu o reflexo da crise financeira internacional iniciada no último trimestre de 2008. O final de 2009, no entanto, se encerrou com uma luz de recuperação.

Se observarmos o mercado publicitário como um todo, de janeiro a novembro de 2009, o crescimento foi de 2%. Descontada a inflação, o resultado é negativo. Em dezembro houve uma melhora, mas o crescimento vai ser pequeno.

Já o setor de internet registrou, de janeiro a novembro de 2009, uma expansão de 24%, ante 2% do mercado publicitário geral. Vê-se que o crescimento da internet é bem maior. É o único meio que teve uma expansão acentuada. Foi menor que os 30% projetados inicialmente pelo IAB, mas essa projeção havia sido feita no começo da crise, quando não se sabia o impacto do problema. Mesmo assim a internet cresceu a taxas aceleradas.

Existe algum tipo de produto ou serviço que se destaque como forma de receita no setor?

Vemos ano a ano o aumento da receita de search media (mídia de busca, como link patrocinado). Temos uma estimativa de quanto movimenta esse segmento específico, que envolve serviços de empresas como Google, Buscapé, Mercado Livre. Ele fatura cerca de um terço do que movimenta a publicidade (veiculação), capturada pelo Inter-Meios.

Somando-se esse setor com o quase um bilhão de reais projetado para a internet em 2009 pelo Projeto Inter-Meios, temos aí um faturamento de 1,3 bilhão de reais. Parte desse valor referente à busca já está computado pelo Inter-Meios, pois se refere à parte que os portais recebem do Google por um sistema de receita compartilhada. Mas é pouco. Cerca de 90% vão direto para o Google (e não aparecem nos dados do Inter-Meios, que mede somente a verba de veiculação de mídia).

Mas além dessas receitas há uma outra muito importante. Estou me referindo à verba de produção, o mercado de serviços realizados pelas agências. Adicionando mais esse segmento na estimativa do setor de busca e do faturamento publicitário, pode-se dizer que o mercado digital brasileiro em 2009 movimentou mais de 2 bilhões de reais.

Sua estimativa então é de que o mercado de serviços, sozinho, represente cerca de 700 milhões de reais?

Passa de 700 milhões de reais. E esses 2 bilhões não computam o que é investido em internet nas empresas (em infraestrutura, projetos etc). Refere-se apenas ao mercado de serviços prestados pelas agências e a verba de mídia, incluindo busca.

Um das queixas antigas das empresas de web é de que, em virtude da penetração que a internet já alcançou no Brasil, o setor deveria receber um investimento publicitário muito maior, o que elevaria sua participação no bolo publicitário para um nível superior aos 4,2% atuais. O que impede um aumento significativo nas verbas na internet? O entrave principal seria o modelo de remuneração do mercado publicitário brasileiro, pelo qual a remuneração obtida com a veiculação em mídia de massa é muito maior que a da internet?

É uma questão de cultura e de “trade”. O segmento publicitário é comandado pela TV e mídia impressa (jornais e revistas). Juntos, esses meios são responsáveis por boa parte do faturamento publicitário no Brasil. Eles têm capacidade de concentração, existe o Conselho Executivo das Normas-Padrão (CENP) para regulamentar o assunto. É um modelo muito competente, mas conservador, que tem resistências a novos entrantes. Todo o “trade” se protege. Os meios digitais também precisam ser competentes nesse sentido; isso é cultura, leva tempo. Esse é um trabalho que deve ser levado pelo IAB.

O que a entidade tem feito nesse sentido?

Temos reunido informações para o mercado. Há cerca de 70 milhões de usuários de internet no Brasil, há uma crescente participação da classe C no meio. A internet está se popularizando. O MSN, por exemplo, tem 30 milhões de usuários, a home do UOL tem mais audiência que várias revistas ou jornais – refiro-me ao conteúdo de notícias. Uma diária no YouTube provavelmente é maior do que 90% da audiência de muitos programas de TV. São veículos de internet de massa.

Com a rede, é possível, portanto, programar uma mídia segmentada e também de massa. Isso sem falar na possibilidade da “mídia própria”, que são os sites das empresas. Os sites de bancos, por exemplo, recebem milhões de acessos diariamente.

Como as redes sociais se inserem nesse contexto?

Sim, há também a mídia referendada, que é a das redes sociais. Só para dar uma ideia, a AgênciaClick fez o vídeo Redes Sociais.br. Em uma semana, tivemos mais de 30 mil views no YouTube. Não fizemos anúncio disso, apenas divulgação nas redes sociais.

O grande desafio das agências digitais é como mensurar essa audiência e, assim, ter um argumento para gerar receita com as redes sociais, não?

Sim. Existem algumas ferramentas para mensurar as redes sociais e, a partir daí, criar modelos de avaliação. O importante a dizer é que esse trabalho para gerar movimentação nas redes sociais não é “mídia de graça” – é fruto de planejamento, são ações preparadas pelas agências.



Fonte: IDG Now!

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Petrobras e Fiat usam blogs como ferramenta de Marketing

Empresas investem em blogs para estreitar o relacionamento com clientes e aumentar empatia

Por Thiago Terra, do Mundo do Marketing | 08/02/2010
thiago@mundodomarketing.com.br

O Marketing digital é uma ferramenta que se faz necessária para todas as empresas que buscam interagir com seus consumidores. A Fiat é uma das empresas que vêm investindo neste nicho nos últimos 10 anos e o resultado começa a aparecer. Com cada vez mais internautas citando as marcas em redes sociais ou blogs, surge um canal de relacionamento em que a troca de informações entre empresa e cliente parece não ter fim.

Além de estreitar o relacionamento, a Petrobras reconhece que a web é uma forma de gerar empatia quando a empresa atravessa um período de questionamentos, como a recente discussão sobre o pré-sal. Naquele momento a Petrobras lançou um blog em que os internautas puderam alimentá-lo com informações diversas, positivas ou negativas, desde que pertinentes.

O desafio encontrado pela Fiat foi aplicar o Marketing digital em uma indústria engessada como é a automotiva. Após uma década de implementação da ferramenta, a empresa colhe os frutos de blogs para os modelos Linea e Mio. Sucesso com os internautas, a ferramenta oferece a possibilidade de montar o veículo, sugerir itens, além de entrevistas com funcionários envolvidos na produção.


Blogs construtivos
Um filme produzido para a estratégia de Marketing on-line da Fiat, para o modelo Mio, fez tanto sucesso que foi levado para a TV a cabo. Isto mostra a força da internet e a aceitação e o dinamismo que a web possui para impactar os consumidores. Tanto é que não são poucos os blogs e comunidades criadas pelos internautas. “Algumas marcas se aproveitam disso, como a Starbucks, que recebe ideias pelo site”, diz Ana Luisa Brant Mendes, Gerente de Internet da Fiat, citando o caso em que a rede de café premium recebeu a sugestão de um consumidor para criar o gelo feito de café.

O Marketing digital dá uma abertura que é própria de sua natureza. Por isso, é recomendável cuidado na hora de pisar neste mundo. Pensando assim, a Fiat esperou o momento certo para criar este canal para tentar mudar a forma de chegar aos seus clientes. “Eles não são mais target e sim o meio. Cabe a empresa participar desses diálogos”, explica Ana durante o III Fórum Internacional ABA Petrobras de Comunicação Digital.

Para tangibilizar o diálogo com os futuros proprietários do Fiat Linea, a comunicação digital foi pensada e lançada antes do carro a fim de dar liberdade para os internautas. Além disso, esta foi uma maneira que a Fiat encontrou para minimizar as diferenças de mercado de um veículo que vinha de um país diferente do Brasil. “Não podemos simplesmente trazer um produto para o Brasil. Existe a ‘tropicalização’ de todos os modelos que vêm de outros países”, conta a gerente de internet da Fiat.

Lançamento digital e monitoramento
Além de depoimentos de colaboradores, o blog do Linea apresentou um vídeo do presidente no lançamento que, segundo Ana, foi o terceiro mais visto no YouTube na ocasião. Após uma pesquisa com os primeiros compradores do veículo, a Fiat percebeu que 8% deles souberam do carro pelo blog. “Este resultado nos inspirou a ir mais longe e ousar mais. Por isso, para o novo Linea, estamos pedindo para que os internautas nos enviem imagens sobre o carro do futuro”, ressalta a executiva.

A estratégia para este modelo é fazer com que as pessoas brinquem de criar um carro do futuro, passando por cinco etapas: nosso futuro, pergunta-chave, ideias para o carro, briefing, projetando o carro do futuro, organização de ideias. O projeto da Fiat para este ano é oferecer ao internauta a opção de escolher o nome do carro e até como será a campanha digital. “O blog do Mio já tem mais de 1 milhão de visitas desde agosto de 2009 e reunimos mais de 8 mil ideias para o carro”, afirma Ana.

A experiência adquirida pela Petrobras ao abrir um canal para conversar com os brasileiros surpreendeu a empresa positivamente. Tanto é que a companhia já realizou a ação on-line “Se a Petrobras fosse um filme, como seria o trailler?” e hoje a empresa monitora vídeos postados na internet. Além disso, com uma reformulação no site, a petrolífera nacional passa a contar uma história de forma mais próxima.



Negativo ou positivo?

O investimento na internet é baseado também em parcerias e projetos patrocinados pela estatal. “Contamos a história da empresa de forma gostosa, lúdica, com infográficos, através de personagens importantes para a Petrobras, como o Projeto Tamar e o Nós No Morro”, aponta Leonardo Sá, coordenador de comunicação digital de multimeios da Petrobras.

Lançado em meio à polêmica do pré-sal, o blog foi importante para mostrar que a companhia não fugiria da questão mesmo em um momento de crise. "Tivemos uma repercussão fantástica com opiniões contra e a favor. Foram mais de 1 milhão de acessos sem apoio de mídia. Foi uma iniciativa de extrema coragem. Temos muitas histórias para contar, mas devemos criar algo mais lúdico nelas”, opina Leonardo Sá, da Petrobras.

Segundo Leonardo Sá, ao lançar o blog na internet, a Petrobras sabia que poderia ter criado um canal digital contra a imagem da empresa. A comunicação digital está se aperfeiçoando e mudando rapidamente. “Nossa preocupação é olhar para onde ela pode nos levar e trabalhar da melhor forma possível. No blog, as questões mais polêmicas levantadas pelos usuários têm uma atenção maior”, completa.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Turismo no Brasil e Copa de 2014

Bom pessoal, após falar sobre o crescimento do marketing digital, é hora de falar sobre o Turismo.
Já faz tempo que, lendo artigos na internet ou analisando os dados fornecidos pela própria Embratur, percebemos que o número do turismo receptivo no Brasil é cada vez maior, porém além do turismo receptivo, também cresce o turismo interno.
Segundo a Vox Populi em pesquisas realizadas no ano de 2009, o número de turistas brasileiros que viajaram pelo país aumentou mais de 83% e isso nos mostra que nós como profissionais da área de marketing e do turismo não podemos deixar de analisar estas estatísticas, por isso coloco a disposição, no blog, os anuários estatísticos da embratur dos últimos 5 anos:

• Anuário Estatístico 2009
• Anuário Estatístico 2008
• Anuário Estatístico 2007
• Anuário Estatístico 2006
• Anuário Estatístico 2005

Sabendo que o turismo receptivo no Brasil está em constante crescimento, o que esperarmos da Copa do Mundo de 2014 ?

Segundo pesquisas feitas para a Copa 2014 e consideradas no Plano Aquarela, de Marketing Turístico Internacional do Brasil, estima-se em 500 mil o número de turistas internacionais que vão desembarcar para assistir ao evento. É uma quantidade importante, porém o mais essencial é reconhecer que o Brasil vai ser notícia de grande interesse para mais de 2 bilhões de pessoas ao redor do mundo.

Esse número para o MERCADO do turismo no Brasil se torna ainda maior ao pensarmos que, com toda certeza, o turismo interno também irá aumentar com milhares de brasileiros que se deslocarão de suas cidades e estados para presenciar de perto a Copa do Mundo.

Muitos podem estar questionando se isso irá se refletir somente nas cidades sedes e é aí que nos enganamos, pois hotéis, restaurantes e diversos prestadores de serviços de certa forma ainda não pararam para pensar que com o deslocamento de turistas estrangeiros e principalmente brasileiros de um estado para o outro, eles dependerão de hospedagens em cidades localizadas no caminho para as cidades sedes, a grande demanda de hóspedes para as cidades sedes, com certeza em algumas delas será bem maior que a oferta, fazendo assim com que cidades próximas se beneficiem disso.
Também teremos as cidades sub-sedes que receberão as equipes, a imprensa e diversos outros profissionais e estas cidades também atrairão diversos turistas para elas.

Já para nós "marketeiros" da área do turismo, sem dúvidas é uma imensa oportunidade de trabalho e uma época de utilizar a mídia e essa grande vitrine para o mundo, para atrairmos negócios para nossos clientes.

Confira também um artigo feito com Josep Chias que é doutor em Ciências de Gestão, master em Administração e uma das principais referências mundiais em marketing turístico e público: Clique aqui!

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Ibis oferece viagens à Paris para comemorar 50º Hotel

Promoção é feita em parceria com o Núcleo de Turismo da Editora Abril


Para marcar o lançamento de seu 50º hotel em território brasileiro - recentemente inaugurado na cidade de Florianópolis - a rede Ibis planeja uma ação especial em parceria com a Editora Abril.

Com o nome de "50 Hotéis te levam a Paris", a promoção irá sortear cinco viagens de sete dias, com acompanhante, para a capital francesa. Para incentivar os clientes a participarem, a rede firmou uma parceria com o núcleo de turismo da Editora Abril e elaborou uma promoção interativa.

Para participar, os participantes devem criar uma frase comemorativa para a inauguração da unidade do Ibis em Florianópolis, que é o 50º hotel que a rede instala no País. Após a criação, a frase deverá ser depositada em uma urna, que estará escondida em alguns dos hotéis da rede. A localização exata da urna deverá ser descoberta, por meio de pistas, dentro de um jogo virtual que a rede criou em seu site - clique aqui para acessar.

As urnas serão fechadas no dia 25 de fevereiro e a comissão de julgamento irá selecionar os cinco vencedores de acordo com a criatividade e com a adequação do texto á proposta da ação. Os nomes dos premiados serão divulgados na primeira semana de março.

Fonte: mmonline.com.br

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Uma realidade chamada Marketing Digital.


Tradução: "Tirar informação da internet é como tomar um drink em um hidrante!"

Acho redundância dizer hoje o quão presente a tecnologia e a internet estão em nossas vidas, porém, citar essa “dependência” tecnológica é necessário para ressaltarmos a tendência do marketing digital principalmente para o setor do turismo.
Sabemos que hoje mais de 95% dos usuários realizam pesquisas no Google e que sem dúvidas a internet é um dos maiores e mais importantes meios de comunicação, percebemos que qualquer tipo de informação seja ela para lazer, negócios, acadêmicos entre outras é encontrada com facilidade através dos sistemas de busca.

Por isso, acredito que um dos mais eficazes e promissores caminhos do marketing é o marketing digital, e essa eficácia torna-se maior ainda ao falarmos sobre turismo e hotelaria.

Hoje em dia, agências de turismo por todo país estão tendo que investir cada vez mais em pacotes diferenciados ou segmentar cada vez mais os seus serviços, várias agências que não enxergaram essa tendência já fecharam as portas e acredito que muitas ainda irão seguir o mesmo caminho porque a grande facilidade da internet para que o próprio usuário realize consultas de tarifas em hotéis, vôos, pacotes de passeios, entre outros serviços que antes eram feitos pelas agências de turismo fez com que o trabalho das agências fossem realizados pelo próprio internauta, as vezes até com descontos ainda maiores.

Com esse grande número de pessoas buscando na internet informações sobre lugares, hotéis e passeios, nada mais lógico do que utilizar esse meio como uma das principais estratégias de marketing pois, através dela podemos segmentar com eficiência através de estratégias de SEO e SEM os nossos anúncios, atingindo o nosso target por um baixo custo.

Mas o que é SEO e SEM ?

• O significado de SEO é Search Engine Optimization.
Em português ele pode ser interpretado como Otimização de Sites para Buscadores.
O SEO nada mais é do que a otimização de uma página (ou até do site inteiro) para ser melhor compreendido pelas ferramentas de busca. A conseqüência da utilização das técnicas de SEO é o melhor posicionamento de um site em uma página de resultados de uma busca podendo ser esse site otimizado para aparecer nas primeiras posições de acordo com as palavras-chaves que você deseja que seu site seja encontrado.

• SEM, ou Search Engine Marketing é um conjunto de técnicas de Marketing na Internet, que tem por objetivo a promoção de um website, produto ou serviço.
Pode se compreender como SEM as estratégias de SEO bem como o sistema de links patrocinados que é um sistema dos buscadores aonde a empresa ou usuário anuncia em destaque o seu site, produto ou serviço e paga por clique recebido.

Certa vez, vi uma comparação entre dois meios de divulgação, o outdoor e a internet, com um orçamento próximo ao custo de 1 placa é possível elaborar estratégias de SEM que irão atingir não somente pessoas de uma determinada região que passam por um determinado local como o outdoor, mas sim milhões de pessoas que sejam realmente interessadas no seu produto ou serviço.

Por causa desses fatores que acredito que o marketing digital é sem dúvidas uma realidade já eficaz e que ainda tem muito a ser explorado, principalmente para empresas no segmento da hotelaria e do turismo.

Por Caio Monteiro.